Possível medicamento que faz com que as
células cancerígenas se autodestruam, revela um estudo publicado hoje na
revista Proceedings of The National Academy of Sciences.
O novo composto químico atua sobre as
células cancerígenas com mais precisão do que qualquer tratamento
existente, segundo a investigação realizada por cientistas da
organização biomédica The Scripps Research Institute, na Flórida.
A grande novidade do medicamento, já
testado em animais, é a precisão, já que ataca diretamente as células
que provocam o cancro, incluindo as ocultas, e não afeta as células
saudáveis.
O medicamento ativa um mecanismo que faz
com as células cancerígenas se matem a si mesmas de “forma programada”,
explicou o professor Matthew Disney, que liderou a equipa de
investigação.
O novo composto pode implementar-se nos
principais medicamentos utilizados contra o cancro, para melhorar a
identificação das células cancerígenas e atuar diretamente contra elas.
Aquilo significa que não só será um
tratamento eficaz, porque atua diretamente contra o tumor, como minimiza
os danos nas células saudáveis.
Segundo os cientistas, o tratamento é mais eficaz no cancro da mama, principalmente no de rápido crescimento.
Os cientistas pretendem que o
medicamento, assim que for aprovado, seja aplicado no futuro a todo o
tipo de tumores, incluindo para combater outras doenças provocadas por
vírus como o Zika e o Ébola. (DN).
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